Horacio Salas (Argentina), Nicolás Suescún (Colômbia), Natalia Toledo (México) e Georgina Herrera (Cuba). O cubano Ángel Santiesteban ganhou o prêmio de melhor conto por "Dichosos los que Lloran", enquanto as menções foram para "Museo de lo Inútil", de Rodrigo Parra Sandoval (Colômbia), e "Breve Postergación y Otros Cuentos", de Ana Quiroga (Argentina). Aqui, o júri, que analisou 144 obras, foi formado por Vicente Battista (Argentina), Mario Mendoza (Colômbia), David Toscana (México), Horacio Verzi (Uruguai) e Laidi Fernández de Juan (Cuba).
No ensaio histórico-social, o júri composto por Alberto Acosta (Equador), Claudia Briones (Argentina), Gisela Cánepa (Peru) e Eduardo Torres Cuevas (Cuba), analisou 32 obras e elegeu "Del Otro Lado del Espejo - La Sexualidad en la Construcción de la Nación Cubana", de Abel Sierra Madero (Cuba). A menção ficou com "La Lectura en las Tabaquerías - Historia de una Tradición Cubana", de Araceli Tinajero (México).
Na literatura caribenha, em inglês ou crioulo, com 17 obras concorrendo, ganhou "Suspended Sentences", de Mark McWatt (Guiana).
Pela sexta vez, a Casa das Américas outorgou prêmios de caráter honorário a livros importantes de autores latino-americanos ou sobre temas relativos à região, nos gêneros de poesia, narrativa e ensaio. Neste ano, participaram livros publicados em 2004.
O prêmio José Lezama Lima (poesia) ficou com "Inri", de Raúl Zurita (Chile); o José María Arguedas (narrativa), com "La Mosca Soldado", de Marcio Veloz Maggiolo
(República Dominicana); e Ezequiel Martínez Estada (ensaio) foi para "La Universidad en el Siglo 21 - Para Una Reforma Democrática y Emancipadora de la Universidad", de Boaventura de Sousa Santos (Portugal).
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u57240.shtml
27 de janeiro de 2006 - 17:55
Ricardo Rezende ganha o Prêmio Casa das Américas
Ricardo Rezende Figueira foi o vencedor do prêmio de literatura brasileira com Pisando Fora da Própria Sombra
Havana - Escritores do Peru, Brasil, Cuba e Guiana receberam prêmios pela Casa das Américas 2006, disputado por 548 obras em sua 47.ª edição. Na categoria de literatura brasileira, o vencedor do prêmio foi Ricardo Rezende Figueira com o título Pisando Fora da Própria Sombra.
Os jurados o elegeram por entender que Figueira traçou um retrato da escravidão por meio de um "lúcido questionamento sociológico".
Arturo Corcuera, do Peru, Angel Santiesteban e Abel Sierra Madero, de Cuba e Mark McWatt da Guiana foram os ganhadores dos prêmios deste ano.
Arturo ganhou o disputado prêmio de poesia com A Bordo da Arca. O jurado destacou na poesia "a riqueza das metáforas, a profundidade e o humor como foram assumidas a busca por uma linguagem lírica original".
O cubano Angel López triunfou frente a outros 143 concorrentes com seu livro de contos Dichosos Los Que Lloran, valorizado pelo jurado pela "criação de um universo carcerário violento narrado por uma escrita distante e ao mesmo tempo objetiva". Outro cubano, Abel Sierra, obteve o prêmio de ensaio histórico-social por seu livro Del Otro Lado Del Espejo. La Sexualidad En La Construcción de La Nación Cubana, onde aborda o erotismo homossexual.
O autor Mark McWatt, da Guiana, ganhou na categoria de literatura caribenha em inglês o "crioulo" por sua antologia de contos de supostos autores reais, Suspended Sentences. Sua originalidade, o modo de conjugar o mágico e o real rompendo a fronteira de ambos e a presença de temas típicos da área de reflexão através de etnicidades foram aspectos se sua obra destacados pelos jurados
http://www.estadao.com.br/arteelazer/letras/noticias/2006/jan/27/196.htm
Brasil, Peru, Cuba e Guiana ganham prêmio Casa das Américas-2006
HAVANA, 26 jan (AFP) - Brasil, Peru, Cuba e Guiana conquistaram nesta quinta-feira os prêmios do concurso literário Casa das Américas, que em sua 47ª edição incluiu os gêneros de poesia, conto, ensaio histórico-social, literatura brasileira e em inglês ou crioulo, informou o júri.
Na categoria de literatura brasileira, na qual concorreram 61 obras, o vencedor foi "Pisando fora da própria sombra. A escravidão por dívida no Brasil contemporâneo", de Ricardo Rezende Figueira (Brasil).
Em poesia, onde 292 trabalhos estavam na disputa, o prêmio foi para o peruano Arturo Corcuera, por "A bordo del arca". Já "La coronación de Enrique Brouwer", do chileno Clemente Riedemann, recebeu a menção honrosa.
A decisão foi tomada por Douglas Bohórquez (Venezuela), Horacio Salas (Argentina), Nicolás Suescún (Colômbia), Natalia Toledo (México) e Georgina Herrera (Cuba).
O cubano Ángel Santiesteban ganhou o prêmio de melhor conto por "Dichosos los que lloran", enquanto que as menções foram para "Museo de lo inútil", de Rodrigo Parra Sandoval (Colômbia), e "Breve postergación y otros cuentos", de Ana Quiroga (Argentina).
Aqui, o júri, que analisou 144 obras, foi formado por Vicente Battista (Argentina), Mario Mendoza (Colômbia), David Toscana (México), Horacio Verzi (Uruguai) e Laidi Fernández de Juan (Cuba).
No ensaio histórico-social, o júri composto por Alberto Acosta (Equador), Claudia Briones (Argentina), Gisela Cánepa (Peru) e Eduardo Torres Cuevas (Cuba), analisou 32 obras e elegeu "Del otro lado del espejo. La sexualidad en la construcción de la nación cubana", de Abel Sierra Madero (Cuba).
A menção ficou com "La lectura en las tabaquerías. Historia de una tradición cubana", de Araceli Tinajero (México).
Na literatura caribenha, em inglês ou crioulo, com 17 obras concorrendo, ganhou "Suspended Sentences", de Mark McWatt (Guiana).
Pela sexta ocasião, a Casa das Américas outorgou prêmios de caráter honorário a livros importantes de autores latino-americanos ou sobre temas relativos à região, nos gêneros de poesia, narrativa e ensaio. Neste ano, participaram livros publicados em 2004.
O prêmio José Lezama Lima (poesia) ficou com "INRI", de Raúl Zurita (Chile); o José María Arguedas (narrativa), com "La mosca soldado", de Marcio Veloz Maggiolo (República Dominicana); e Ezequiel Martínez Estada (ensaio) foi para "La universidad en el siglo XXI. Para una reforma democrática y emancipadora de la universidad", de Boaventura de Sousa Santos (Portugal).
http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2006/01/27/ult34u146271.jhtm
Sex, 27 de janeiro - 12h15
Peruano e cubanos lideram prêmio de literatura em Havana
HAVANA (Reuters) - Escritores do Brasil, Peru, Cuba e Guiana foram premiados na quinta-feira pela Casa das Américas 2006, um dos concursos literários mais prestigiados da América Espanhola, organizado anualmente pela instituição cultural cubana de mesmo nome.
O peruano Arturo Corcuera conseguiu o prêmio máximo no gênero poesia, com "A bordo del Arca", enquanto os cubanos Angel Santiesteban e Abel Sierra venceram nas categorias conto e ensaio histórico-social, respectivamente.
Ricardo Rezende Figueira dominou a categoria de literatura brasileira com "Pisando fora da própria sombra: a Escravidão por Dívida no Brasil".
Corcuera se destacou pela riqueza das metáforas, pela profundidade e pelo humor, assim como pela busca de uma linguagem lírica original, segundo informou o júri em uma cerimônia, na noite de quinta-feira, em Havana.
Mark Mc Watt, das Guianas, venceu na categoria literatura caribenha em inglês ou creole com sua obra "Suspended Sentences".
O júri deu ao chileno Raúl Zurita, ao dominicano Marcio Veloz e ao português Boaventura de Sousa Santos os prêmios nas categorias poesia, narrativa e ensaio, respectivamente.
Os escritores Araceli Tinajero, do México; Clemente Riedemann, do Chile; Ana Quiroga, da Argentina e Rodrigo Parra, da Colômbia, também obtiveram menções.
O concurso literário recebeu neste ano 546 livros inéditos, que foram examinados por um júri formado por 20 intelectuais de prestígio de cinco países, segundo as categorias poesia, conto, ensaio histórico-social, literatura brasileira e caribenha em inglês ou creole.
O prêmio existe há 47 anos. Escritores destacados como o guatemalteco Michel Angel Asturias e o mexicano Carlos Fuentes participaram do júri.
http://br.news.yahoo.com/060127/5/11cu9.html
27/01/2006 - 13h43
da France Presse
HAVANA - Brasil, Peru, Cuba e Guiana conquistaram nesta quinta-feira os prêmios do concurso literário Casa das Américas, que em sua 47ª edição incluiu os gêneros de poesia, conto, ensaio histórico-social, literatura brasileira e em inglês ou crioulo, informou o júri.
Na categoria de literatura brasileira, na qual concorreram 61 obras, o vencedor foi Pisando fora da própria sombra. A escravidão por dívida no Brasil contemporâneo, de Ricardo Rezende Figueira (Brasil).
Em poesia, onde 292 trabalhos estavam na disputa, o prêmio foi para o peruano Arturo Corcuera, por A bordo del arca. Já La coronación de Enrique Brouwer, do chileno Clemente Riedemann, recebeu a menção honrosa.
A decisão foi tomada por Douglas Bohórquez (Venezuela), Horacio Salas (Argentina), Nicolás Suescún (Colômbia), Natalia Toledo (México) e Georgina Herrera (Cuba).
O cubano Ángel Santiesteban ganhou o prêmio de melhor conto por Dichosos los que lloran, enquanto que as menções foram para Museo de lo inútil, de Rodrigo Parra Sandoval (Colômbia), e Breve postergación y otros cuentos, de Ana Quiroga (Argentina).
Aqui, o júri, que analisou 144 obras, foi formado por Vicente Battista (Argentina), Mario Mendoza (Colômbia), David Toscana (México), Horacio Verzi (Uruguai) e Laidi Fernández de Juan (Cuba).
No ensaio histórico-social, o júri composto por Alberto Acosta (Equador), Claudia Briones (Argentina), Gisela Cánepa (Peru) e Eduardo Torres Cuevas (Cuba), analisou 32 obras e elegeu Del otro lado del espejo. La sexualidad en la construcción de la nación cubana, de Abel Sierra Madero (Cuba).
A menção ficou com "La lectura en las tabaquerías. Historia de una tradición cubana", de Araceli Tinajero (México).
Na literatura caribenha, em inglês ou crioulo, com 17 obras concorrendo, ganhou Suspended Sentences, de Mark McWatt (Guiana).
Pela sexta ocasião, a Casa das Américas outorgou prêmios de caráter honorário a livros importantes de autores latino-americanos ou sobre temas relativos à região, nos gêneros de poesia, narrativa e ensaio. Neste ano, participaram livros publicados em 2004.
O prêmio José Lezama Lima (poesia) ficou com INRI, de Raúl Zurita (Chile); o José María Arguedas (narrativa), com La mosca soldado, de Marcio Veloz Maggiolo (República Dominicana); e Ezequiel Martínez Estada (ensaio) foi para La universidad en el siglo XXI. Para una reforma democrática y emancipadora de la universidad, de Boaventura de Sousa Santos (Portugal).
http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI852343-EI1118,00.html
27/01/2006 - 20h30
Livro sobre trabalho escravo no Brasil é premiado
Reuters
RIO - O padre e antropólogo brasileiro Ricardo Resende Figueira ganhou o prêmio Casa de las Américas de melhor literatura brasileira, outorgado pela fundação cubana de mesmo nome, por seu estudo sociológico "Pisando fora da própria sombra" (Civilização Brasileira). O trabalho aprofunda reflexões e pesquisas sobre o trabalho escravo contemporâneo no Brasil e é fruto de mais de 30 anos no interior do país.
Receberam menções honrosas "Guimarães Rosa: fronteiras, margens, passagens", de Marlini Fantini (Ateliê Editorial) e "A Hidra e os pântanos: mocambos, quilombos e comunidades de fugitivos no Brasil", de Flávio dos Santos Gomes (Unesp). O prêmio de poesia foi para o peruano Arturo Corcuera e seu "A bordo del arca", o de conto para "Dichosos que lloran", de Ángel Santiesteban, de Cuba, e o de ensaio histórico-social para "Del otro lado del espejo", do também cubano Abel Sierra Madero.
http://oglobo.globo.com/online/cultura/plantao/2006/01/27/190097351.asp
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